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Carandai poderá ter recuo para a ‘onda verde’

Publicado dia 21/06/2020 às 20h14min
Secretário de Saúde aponta que a cidade está implementando todos as tratativas para que não seja preciso retroceder no programa

A indicação de que a macrorregião Centro Sul de Saúde pode retroceder no programa do governo mineiro “Minas Consciente – Retomando a economia do jeito certo” repercutiu entre autoridades da região. 

A decisão de possível recuo para a onda verde – na qual permite a abertura somente de comércio essenciais – pode ser tomada na próxima semana. O secretário de Saúde de Carandaí, Denilson Hermes da Cunha, aponta que a cidade está implementando todos as tratativas para que não seja preciso retroceder no programa. “Sabemos das dificuldades enfrentadas pelos empresários locais”, completa. 

De acordo com ele, o comércio do município tem sido monitorado de perto pelas autoridades responsáveis e as normas de prevenção estão sendo seguidas. “Possuímos uma equipe de fiscalização bastante organizada, que vem trabalhando incansavelmente para identificar e evitar situações que favoreçam a disseminação do coronavírus”,  esclarece o secretário. 

Na visão de Cunha, mediante ao acompanhamento do comércio, foi possível perceber que a maior causa do aumento dos números de Covid-19 não foi a reabertura do comércio, mas o desrespeito às medidas de distanciamento social por parte da população. 

“A maioria dos proprietários e funcionários dos estabelecimentos vem cumprindo as normas de prevenção. Nossa maior dificuldade é fazer com que a população evite sair de casa sem necessidade e também as festas e reuniões particulares”, comenta o secretário.

Assim, o município está tentando se manter na onda branca e tem tomado medidas para conter as aglomerações e o descumprimento das medidas de prevenção. “Porém, se for a decisão da Regional (Centro-Sul de Saúde) pelo recuo, estamos prontos para fazer cumprir”, completa. 

Para tentar frear o avanço da Covid-19 em Carandaí, as autoridades sancionaram uma lei que permite multar pessoas que não estejam respeitando as recomendações, como aquelas que não estejam usando máscaras ou promovendo aglomerações.

 

Fonte: noticiasgerais.net